Meu trabalho , até
agora, não considerei como surrealista. Me sinto mais à vontade, no apoio
do poeta Lezama Lima.
Entretanto, Michel lowy
me surpreende no seu livro “A ESTRELA DA MANHÔ, no qual, minha postura,
naturalmente barroca, não encontrou desajeito; ao contrário, senti-me “em casa”
e confortável.
Diz Lowy: “O Surrealismo não é, ....uma escola literária ou um grupo de artistas, mas propriamente um movimento de revolta do espírito e uma tentativa eminentemente subversiva de re-encantamento do mundo, isto é, restabelecer no coração da vida humana, os momentos “encantados”.......a poesia, a paixão, o amor louco, a imaginação, a magia, o mito, o maravilhoso, o sonho, a revolta, a utopia......”





